Em 07/04/2016

 

Coutinho gasta R$ 143 mil com aterro em açude comunitário de Itaporanga e causa estranheza

 



             Por Redação da Folha – Alguns dos moradores da comunidade Capim Grosso dos Martins e adjacências, em Itaporanga, estranharam o gasto de 143 mil e 828 reais que o governo Coutinho fez no aterro da parede de um açude da localidade rural. Muito dinheiro para pouco serviço, conforme queixam-se eles.

                A primeira irregularidade foi notada logo na placa que publiciza a obra: na justificativa do gasto com a reforma, está escrito que o reservatório vai atender 24 mil pessoas. Isso é a população inteira de Itaporanga. Na verdade, o açude é pequeno e serve, apenas, à própria comunidade onde está situado, mas nem aos moradores comunitários está servindo atualmente, porque se encontra seco. A placa também não informa a data de início e conclusão da obra, mas os serviços já foram encerrados.

                Depois que o açude secou, os moradores estão sofrendo pela falta d’água e dependem de carro-pipa, mas a água nem sempre chega suficientemente para atender as necessidades. "O governo gastou meio mundo de dinheiro com algumas caçambas de terra que botou na parede do açude, enquanto a gente passa sede”, diz em tom de revolta um morador.

                A obra de reforma do açude restringiu-se ao aterro que foi realizado em sua pequena parede, que também recebeu meio-fio e calhas. Os serviços foram realizados por trabalhadores da própria localidade empreitados pela construtora, que é de fora. Foto: irregularidades começam na própria placa da obra.

 

               

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