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    Em 21/11/2017

     

    Em Conceição, prefeito nomeia ocupante para cargo que estava vazio

     



               Por Redação da Folha – Em portaria publicada nessa segunda-feira, 20, o prefeito de Conceição, Nilson Lacerda, nomeou mais um aliado para a administração municipal: José Vitorino dos Santos passou a ocupar a secretaria executiva de Administração.

                A nomeação de Vitorino é retroativa a primeiro de novembro e pasta que ele passou a ocupar estava vazia. Como em Conceição cada secretaria tem dois secretários, o nomeado passa a dividir o cargo com o advogado Fidel Leite Ferreira, que ocupa a Administração desde o começo da atual gestão.

                Já com relação aos salários, há uma diferença: o secretário principal ganha 6 mil reais e o executivo tem uma remuneração de 3 mil reais. Atualmente, entre executivos e principais, o município tem 14 secretários.

     

     

     

     

     

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    Em 09/11/2017

     

    A 15 dias para fim do prazo, milhares de eleitores em Conceição e Coremas ainda não se recadastraram

     



                Por Redação da Folha - Faltam apenas 15 dias úteis para o encerramento do prazo para o recadastramento eleitoral, para fins de biometria, nos municípios de Conceição e Coremas, mas milhares de eleitores ainda não compareceram para se regularizarem perante a Justiça Eleitoral.

                Em Coremas, o recadastramento está mais adiantado e, dos 12.407 eleitores locais, 9.600 compareceram para fazer a biometria, o que corresponde a 77% do total, faltando apenas 3% para atingir a meta. Já em Conceição, a situação é mais preocupante: 10.700 eleitores se recadastraram, ou seja, apenas 73% do total de eleitores, e muitos conceiçãoenses poderão ficar sem votar no próximo ano, além de sofrer outras sanções.

                  De acordo com Wesley Brito, chefe do cartório da 52ª Zona Eleitoral, em Coremas, todos os eleitores devem fazer o cadastramento biométrico, caso contrário, terão título eleitoral cancelado. Com essa situação, o eleitor fica impossibilitado de exercer o seu direito ao voto nas eleições de 2018, além de repercutir diretamente na situação do CPF, pois, sem a quitação eleitoral, ele poderá ficar impedido de se inscrever em vestibulares, tomar posse em cargos públicos, fazer empréstimos em bancos públicos, receber benefícios sociais do Governo como Bolsa-Família, Seguro-Defeso e Auxílio-Doença.

                   Conforme ele, mesmo quem não é obrigado a votar, as pessoas com mais de 70 anos de idade, analfabetos e maiores de 16 e menores de 18 anos, devem fazer a revisão biométrica. O prazo vai até 30 de novembro e poderá não ser prorrogado.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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    Em 07/11/2017

     

    Tribunal mantém sentença que condenou à detenção ex-prefeito de Santa Inês

     



               Por Assessoria do TJ/Redação da Folha - A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba manteve a sentença da 2ª Vara da Comarca de Conceição, que condenou o ex-prefeito de Santa Inês, Adjefferson Kleber Vieira Diniz, a três anos e seis meses de detenção, em regime aberto, por crime de responsabilidade, por nomear servidor contra expressa disposição de lei. O relator da Apelação Criminal nº 0001430-74.2013.815.0151 foi o desembargador Arnóbio Alves Teodósio, que votou pela manutenção da sentença e foi acompanhado por unanimidade.

                Segundo o relatório, o ex-prefeito foi denunciado porque, quando administrava o Município e ordenava despesas, teria agido de forma dolosa, admitindo e nomeando servidores sem concurso público. Alegando excepcional interesse público, Adjefferson teria cometido o crime reiteradamente e extrapolado o limite temporal máximo da contratação, burlando o artigo 37, incisos II e IX, da Constituição Federal, bem como o artigo 2º, inciso IV, da Lei Municipal nº 148/2008.

                Ainda de acordo com o relatório, nos anos de 2009, 2010 e 2011, o ex-prefeito realizou um total de 39 contratações temporárias para diversas funções, sem prévio processo seletivo simplificado. Todas as contratações estavam em desacordo com a lei, especialmente quanto à ultrapassagem do prazo máximo das contratações, que foi superior ao previsto na legislação. “Terminado o contrato de admissão de pessoal era renovado sem observar o decurso de dois anos entre um e outro”, observou o relator.

                Inconformada com a condenação, a defesa de Adjefferson Diniz recorreu da decisão alegando que as contratações tomaram por base a Lei Municipal 148/2008, que especifica os cargos e autoriza o gestor a proceder as contratações; que os servidores admitidos eram de extrema importância para a manutenção dos serviços essenciais do Município; que no ano de 2010 realizou concurso público, exonerando os servidores contratados e admitindo os concursados; e que não estava caracterizado o dolo, uma vez que todos os servidores mencionados prestaram serviços. Por fim, requereu a absolvição ou a diminuição das sanções arbitradas.

               Ao votar, o desembargador Arnóbio Teodósio afirmou que a materialidade do crime encontra-se comprovada nos documentos acostados aos autos, no Processo Administrativo nº 2011/2654, bem como no Relatorio da Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa e consultas ao sistema Sagres do Tribunal de Contas do Estado.

              “A autoria restou comprovada pela prova oral colhida na instrução, especificamente a palavra do réu (fl.525, mídia eletrônica), que confirmou que contratou as pessoas referidas na denúncia sem a realização de concurso público, alegando, entretanto, que o fez conforme a lei, por excepcional interesse público e até a realização do concurso público. Confessou, também que alguns dos contratos efetuados vigoraram durante o seu mandato, como exemplo os agentes de epidemias e os de saúde”, relatou Arnóbio Teodósio.

                 Afirmou o magistrado, que a alegada ausência de crime não procede, uma vez que o acusado, na condição de prefeito do Município de Santa Inês, praticou, dolosamente, conduta vedada, admitindo e contratando servidores públicos sem realização de concurso público, contrariando dispositivo constitucional.

                Disse não existirem motivos para reduzir ou modificar a pena, por entender que o juiz decidiu com acerto dentro dos parâmetros legais ditados pelos artigos 59 e 68 do Código Penal, e o quantum imposto ao réu se encontra adequado ao critério da necessidade e suficiência, para a reprovação e prevenção do crime.

               O relator manteve a sentença do juiz de 1º Grau, que, ao observar que o acusado preenchia os requisitos do artigo 44 e seguintes do CPP, converteu a pena privativa de liberdade em duas privativas de direitos, de prestação pecuniária no valor de 10 salários mínimos e prestação de serviços à comunidade ou entidade pública.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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    Em 28/10/2017

     

    Juiz nega diligências em clube na ação de investigação eleitoral em Itaporanga

     



               Por Redação da Folha – Em despacho publicado nessa sexta-feira, 27, na Ação de Investigação Judiciária Eleitoral (Aije) contra a chapa eleita em Itaporanga no pleito do ano passado, o juiz eleitoral Antônio Eugênio negou pedido dos advogados da parte denunciante para que a Justiça Eleitoral determinasse busca por documentos, entre os quais cópias do livro de atas e prestação de contas do Atlântida Esporte Clube, como meio de tentar obter provas de que houve repasse de dinheiro com fins eleitoreiros, através do sodalício, para times da cidade e como patrocínio para o próprio clube durante o torneio de futebol conhecido como Poeirão em 2016.  

                Em uma das linhas de investigação, a acusação tenta provar que uma suposta ajuda financeira do então candidato e hoje prefeito Divaldo Dantas aos times da cidade e o patrocínio ao clube existiram, o que supostamente acarretou favorecimento eleitoral para o concorrente à Prefeitura. No entanto, o juiz negou o requerimento para novas diligências no clube, argumentando que o pedido foi protocolado fora de tempo pela acusação. Em diligências autorizadas anteriormente, o juiz eleitoral, atendendo pleito da Promotoria, solicitou do Atlântida Clube algumas informações, entre as quais a relação das empresas e pessoas que pagaram inscrições de time e patrocinaram o torneio, mas, em resposta à Justiça no dia 15 de setembro, o clube informou que não tinha esse controle e, por isso, não havia como responder às questões formuladas.

                Pela mesma razão e outros fundamentos legais, o juiz também negou pedidos dos investigantes para uma acareação com o representante da comunidade Pitombeira, por entenderem que ele faltou com a verdade durante seu interrogatório, e apresentação da planilha com os nomes dos sócios da comunidade, onde foi construída uma quadra esportiva supostamente para beneficiar eleitoralmente a chapa vitoriosa nas urnas. Em despacho anterior, Antônio Eugênio também já havia negado um requerimento da acusação para ouvir as pessoas que aparecem em um documentário audiovisual afirmando terem sido beneficiadas com obras na campanha municipal de 2016 doadas pelo então candidato, hoje investigado.

                No entanto, no despacho dessa sexta-feira, o juiz eleitoral atendeu pedido do Ministério Público Eleitoral e determinou novas diligências nos sítios Tabuleiro e Capim Grosso dos Martins que serão realizadas por um oficial de Justiça. Cumprido isso, serão dados dois dias para que as partes (acusação e defesa) se manifestem sobre os documentos produzidos e, depois, será aberto vistas ao Ministério Público para que ele se pronuncie sobre o que foi apurado pela diligência.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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    Em 25/10/2017

     

    Governo vai vender sede da Emater de Itaporanga. Leilão será nesta quinta-feira

     



                   Por Isaías Teixeira/Folha do Vale – O governo vai leiloar nesta quinta-feira, 26, a partir das 10h, o prédio onde funciona a sede regional e local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado da Paraíba (Emater-PB), que é vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento.

                     O imóvel mede 287 m2 e está localizado na Avenida Getúlio Vargas, coração econômico da cidade e que tem um dos metros quadrados mais caros do estado. Conforme o edital, o lance inicial será de R$ 328.014,43, e os interessados em participar do leilão deverão entregar na sede da Emater sua habilitação e proposta à Comissão Especial de Licitação até o horário de início do leilão, em dois envelopes distintos, lacrados e rubricados no fecho.  

                       A informação é que, com o dinheiro do leilão, a Emater deverá construir uma nova sede, no bairro João Silvino da Fonseca. A Emater é uma empresa pública com patrimônio próprio e criada em 1966 com o objetivo de prestar serviços de assistência técnica e extensão rural à população do campo.

     

     

     

     

     

     

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    Em 23/10/2017

     

    Em Diamante, vereador questiona acúmulo de cargos públicos e vai pedir uma CPI

     



               Por Redação da Folha – Em nota encaminhada à Folha nesta segunda-feira, 23, o vereador Coronel Fonseca (PMDB), de Diamante, mostrou sua contrariedade com o acúmulo de cargos públicos verificado entre a Prefeitura e Câmara Municipal, fato denunciado pelo parlamentar mirim na tribuna legislativa em sessão da Câmara no último dia 14.

                Conforme o vereador, a assessoria jurídica da Prefeitura e da Câmara Municipal é ocupada por um mesmo advogado, Vanderli Pinto de Santana, o que, conforme o Coronel Fonseca, fere o artigo 37 da Constituição e as leis 8112/90, em seu artigo 118, e 9.527/97, em seu artigo 119.

                Segundo ainda o parlamentar mirim, é sua intenção trabalhar pela instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar o caso e já teria assinatura de um terço dos vereadores para protocolar o pedido de inquérito parlamentar, oportunidade em que o advogado poderá se defender da acusação de acúmulo supostamente indevido de cargos públicos.

                De acordo com o Coronel Fonseca, além de violar diversos dispositivos legais, com o assessor jurídico da Câmara defendendo também a Prefeitura, a autonomia do legislativo, como poder independente, fica comprometida, exatamente porque os vereadores de oposição ficam sem acesso à assessoria jurídica para auxiliá-los em suas atividades parlamentares.

     

     

     

     

     

     

     

     

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    Em 19/10/2017

     

    Absolvida em Aije: prefeita de Coremas se livra de mais um processo eleitoral

     



               Por Redação da Folha – O juiz eleitoral de Coremas, Jose Emanoel, em sentença publicada nessa terça-feira, 17, absolveu a prefeita de Coremas, Chaguinha de Edílson, e sua vice, Irani Alexandrino, que respondiam a uma Ação de Investigação Judiciária Eleitoral (Aije) por suposto abuso do poder político e econômico nas eleições municipais de 2016.

                Segundo a denúncia, formulada pela coligação adversária, a então candidata e sua vice foram beneficiadas eleitoralmente com a inauguração, no período de campanha, de um conjunto habitacional do programa Minha Casa, Minha Vida executado pela companhia habitacional do estado, órgão controlado administrativamente pelo governador Coutinho, de quem o ex-prefeito Edílson Pereira, esposo da prefeita e que também era investigado, é ligado politicamente.

                Mesmo sem condições de moradia, o conjunto, inclusive construído em uma área de propriedade da família do ex-prefeito, foi entregue aos beneficiários semanas antes das eleições e, conforme a denúncia, a intenção era cooptar os beneficiários para votar na chapa encabeçada por Chaguinha.

                No entanto, o juiz, em consonância com o parecer do Ministério Público Eleitoral, entendeu que não há, nos autos, provas que atestem que a entrega do conjunto habitacional, cuja área foi doada por um sobrinho do marido da prefeita, 'tenha beneficiado a candidata "Chaguinha de Edílson" com gravidade bastante para desequilibrar a igualdade de oportunidades, viciando a legitimidade e a normalidade das eleições de 2016'. Absolvidas, a prefeita e vice se mantém nos seus cargos. Esta é a segunda investigação em que são inocentadas pela Justiça Eleitoral.

     

     

     

     

     

     

     

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    Em 18/10/2017

     

    Câmara do Caiana é a 1ª do Vale a utilizar aplicativo que facilita acesso ao conteúdo legislativo

     



              Por Redação da Folha – A Câmara Municipal de São José de Caiana, presidida pelo vereador Marcos de Chico de Dezinho, ganhou uma inovadora ferramenta que facilita o acesso do público ao portal de informações do legislativo na internet, contribuindo para melhorar ainda mais a transparência dos atos parlamentares.

                A ferramenta é um aplicativo desenvolvido pelo analista de sistema Carlos Augusto, de Itaporanga, e pelo qual é possível ter acesso a todas as informações da Câmara de maneira rápida, fácil e no próprio celular. O cidadão baixa o aplicativo no seu telefone móvel e tem acesso direto a todo o conteúdo disponibilizado no site da Câmara, que também foi desenvolvido pelo próprio profissional.

                “Estamos investindo em transparência para que, cada vez mais, a população tenha acesso a todas as informações produzidas pela Câmara, através dos seus atos administrativos e atividades legislativas”, comentou o vereador-presidente Marcos. O aplicativo pode ser baixado do link Aqui

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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    Em 18/10/2017

     

    Câmara de Itaporanga demite 4 assessores e justifica que foi recomendação da Promotoria

     



                 Por Redação da Folha – Em portarias publicadas nesta quarta-feira, 18, o presidente da Câmara Municipal de Itaporanga, Neném de Adailton, exonerou quatro assessores parlamentares. Esses cargos são comissionados e de livre nomeação e demissão da presidência legislastiva.

                Conforme a justificativa apresentada nas portarias, as exonerações atenderam recomendação do Ministério Público e são retroativas a seis de outubro. Três vereadores de oposição denunciaram à Promotoria supostas irregularidades na Câmara, inclusive na questão das contratações de assessores.

                A Câmara tem 11 assessores parlamentares, mas todos a serviço dos vereadores da situação, ou seja, os parlamentares mirins de oposição foram excluídos do benefício das assessorias. Outra denúncia também é que alguns dos assessores não prestam serviço ao legislativo, recebendo sem trabalhar.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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    Em 17/10/2017

     

    Justiça condena prefeito, quatro ex-prefeitos e ex-vereador do Vale por improbidade

     



    Por Isaías Teixeira/Folha do Vale - O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB) divulgou nessa segunda-feira, 16, mais um lote de sentenças condenatórias da Meta 4, idealizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para dar celeridade ao julgamento das ações por corrupção. Entre os juízes que participam do mutirão está Antônio Eugênio, da comarca de Itaporanga. 

     Entre os condenados por improbidade administrativa ou crimes contra a administração pública no Vale há um prefeito, um ex-vereador e quatro ex-prefeitos regionais. Foram julgadas procedentes ou parcialmente procedentes ações civis públicas por improbidade administrativa contra os ex-prefeitos Carlinhos Soares, de Santana dos Garrotes; Hércules Mangueira, de Diamante; e Edivan Félix, de Catingueira.

     Também foram condenados a ex-prefeita de Emas, Fernanda Marinho; o ex-presidente da Câmara de Santa Inês, Gildivan Alves de Lima; e o prefeito de Pedra Branca, Allan Feliphe Bastos.

    A pena para cada um dos sentenciados da região, alguns deles já com condenações anteriores na Meta 4, vai desde a impossibilidade de assumirem cargos públicos à suspensão dos direitos políticos, além de multa, mas, como a sentença é de primeiro grau, eles podem recorrer da decisão ao TJ-PB. No caso do prefeito, que está no exercício do cargo eletivo, a sentença não afeta, por enquanto, seu mandato exatamente por não ser definitiva.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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    Em 15/10/2017

     

    Em Piancó, Cartaxo fala como pré-candidato ao governo e faz críticas à gestão Coutinho

     



                   Por Redação da Folha – O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), esteve em Piancó neste domingo, 15, onde foi recepcionado pelo prefeito local, Daniel Galdino, que é do seu partido e organizou uma boa festa política para o convidado. Na casa de Daniel, Luciano conversou com vários prefeitos, vereadores e lideranças regionais integrantes de sua legenda e de outros partidos.

                A agenda em Piancó teve encontros políticos e visitas também: Cartaxo, acompanhado do seu vice, Manoel Júnior, e do prefeito Galdino, visitaram alguns pontos da cidade e equipamentos de saúde. Luciano também concedeu entrevistas, mas foi nos bastidores onde deixou ainda mais nítida sua disposição de concorrer à sucessão estadual.

                Falando claramente como pré-candidato ao governo nas eleições do próximo ano, Luciano Cartaxo fez várias críticas ao governador Ricardo Coutinho, principalmente na área da ação social, segurança e saúde. Segundo o prefeito, Coutinho fracassou no enfrentamento aos problemas de segurança pública, tanto que hoje a Paraíba é um dos estados mais violentos do Brasil e o paraibano sente isso no cotidiano: assaltos, roubos, explosão de bancos, tráfico de drogas e homicídios.

                Na área social, de acordo com o prefeito pessoense, foi um dos governadores que menos investiu, contribuindo para o agravamento da pobreza no estado, sem nenhuma preocupação com as pessoas. Sem um programa satisfatório de moradia popular, os mais pobres não tiveram acesso a moradias no Vale, um problema também sentido no estado como um todo, por falta de investimentos do governo estadual em habitação e o fim de boas iniciativas em benefício dos carentes, a exemplo do programa Pão e Leite, que foi herdado da gestão passada, mas desativado pela atual gestão ricardista.

                De acordo ainda com o prefeito de João Pessoa, apesar de seis anos consecutivos de seca, o governador não construiu, sequer, barreiro de açude na região sertaneja e não tem nenhum projeto para a agropecuária regional. “Sou sertanejo, saí de Sousa aos 10 anos de idade com meus pais em busca de melhores dias e me tornei um homem público, e, como sertanejo, preciso me preocupar com esta região e com o estado todo”, argumentou Cartaxo, ao criticar também o sucateamento dos hospitais sertanejos pelo governo do estado, motivando a velha peregrinação das ambulâncias para os grandes centros urbanos do estado, especialmente Campina  e João Pessoa. "Mas voltarei aqui mais vezes e, certamente, coisas melhores virão para o nosso povo", disse ao falar também a uma emissora de rádio local.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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    Em 05/10/2017

     

    Grupos de ex-prefeitos de Itaporanga deverão mais uma vez apoiar candidatos de fora

     



               Por Redação da Folha – Alguns dos principais grupos políticos de Itaporanga sempre votam em candidatos a deputado de fora e, na eleição do próximo ano, não deverá ser diferente, conforme o que já se especula nos bastidores da política local.

                De acordo com o que se comenta, os grupos políticos liderados pelos ex-prefeitos Djaci Brasileiro (PSDB), Audiberg Alves (PSB) e Will Rodrigues deverão votar em nomes de fora para deputado estadual e federal, mas oficialmente ainda não se tem nada definido.

                Já o prefeito do município, Divaldo Dantas (PSB), deverá dar apoio ao médico Tarciano Carnaúba (Avante), que é da terra e vai disputar a Assembleia Legislativa. Um outro nome da cidade que pretende disputar o cargo de deputado estadual é o professor Ivo Filho, do PPS, que já tem confirmado o apoio do vereador Jucivan Araújo (PT).

     

     

     

     

     

     

     

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    Em 28/09/2017

     

    Juiz faz último despacho antes de sentença em investigação eleitoral em Itaporanga

     



               Por Redação da Folha – Em despacho publicado nesta quinta-feira, 28, o juiz eleitoral Antônio Eugênio determinou a intimação das partes para falarem sobre os documentos juntados durante as diligências na Ação de Investigação Judiciária Eleitoral que apura abuso do poder econômico da chapa eleita no pleito municipal do ano passado em Itaporanga.

                O magistrado deu o prazo de cinco dias para que os investigados, os denunciantes e, posteriormente, o Ministério Público Eleitoral se pronunciem sobre tudo o que foi coletado e anexado ao processo de investigação eleitoral. As diligências para a coleta de novos documentos foram determinadas pelo juiz após a realização da audiência em que foram ouvidas seis testemunhas de defesa e acusação, no dia 8 de agosto.

               O despacho desta quinta-feira do magistrado foi supostamente o último antes de sua sentença na investigação eleitoral, que pede a cassação do mandato de prefeito e vice do município. Em decisões recentes, o juiz eleitoral absolveu as prefeitas de Diamante e Boa Ventura em ações de investigação eleitoral por falta de provas.

     

     

     

     

     

     

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    Em 27/09/2017

     

    Depois da 1ª audiência na ação eleitoral contra prefeito de Piancó, processo está com promotor

     



               Por Redação da Folha – No último dia 13 foi realizada a primeira audiência de instrução para oitiva de testemunhas na Ação de Investigação Judiciária Eleitoral (Aije) que pede a cassação do prefeito de Piancó, Daniel Galdino, e do seu vice, Antônio Dantas, por abuso do poder político e econômico nas eleições municipais do ano passado.

                A denúncia contra a chapa eleita em Piancó foi apresentada pela coligação adversária, liderada pelo DEM, que perdeu as eleições, mas argumenta na investigação eleitoral que houve a prática de diversos ilícitos pela campanha de Galdino.

                No último dia 21, foi juntado um novo documento ao processo, motivando a necessidade de uma outra análise do promotor eleitoral Bertrand de Araújo Asfora, que retirou o processo do cartório nesta terça-feira, 27, para averiguação. A ação eleitoral já tramita na 32ª Zona Eleitoral de Piancó há um ano.

     

     

     

     

     

     

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    Em 26/09/2017

     

    Juiz eleitoral absolve prefeita e vice de Diamante e ainda dá “puxão de orelha” nos denunciantes

     



             Por Redação da Folha – Em sentença publicada nesta terça-feira, 26, o juiz eleitoral Antônio Eugênio, da 33ª Zona Eleitoral, com sede em Itaporanga, absolveu a prefeita de Diamante, Carmelita Mangueira, e sua vice, Clarice Pereira, que eram acusadas de abuso do poder econômico e político nas eleições municipais do ano passado.

                A Ação de Investigação Judiciária Eleitoral (Aije) foi protocolada contra a chapa eleita pelo PMDB, principal legenda da coligação adversária e que pedia a cassação da prefeita e vice por compra de voto, Caixa 2 e outros supostos ilícitos praticados durante a campanha.

                No entanto, o juiz entendeu, inclusive em consonância com o parecer do Ministério Público Eleitoral, que “as provas produzidas não são suficientes para a caracterização de conduta ilícita, a ensejar a procedência da denúncia”, e inocentou as investigadas.

               Além disso, em trecho de sua sentença, o magistrado também aproveitou para dar uma espécie de “puxão de orelha” moral na coligação adversária, ao dizer que “...na verdade, quem teve uma campanha robusta e com grande poderio econômico, inclusive com o apoio dos governos municipal e estadual foi a parte investigante, essa sim teve um poder que desestabilizaria o processo eleitoral. Pelas provas colhidas em audiência e pelas fotos colacionadas na petição, demonstram cabalmente uma campanha simples pelas investigadas que, com certeza, venceram um grande e forte grupo político e ainda se viram acusadas de um abuso perante à Justiça Eleitoral”.

     

     

     

     

     

     

     

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